quinta-feira, 18 de abril de 2013
quinta-feira, 28 de março de 2013
O caminho.
Cinco pessoas, com os mesmos recursos, saem de um ponto
A para um ponto B.
O primeiro escolhe ir de avião, prefere chegar
mais rápido.
O outro vai de carro, adora dirigir.
O terceiro decide ir de bicicleta, valoriza muito
a atividade física.
Adepto ao sacrifício, o seguinte escolhe ir
andando.
O quinto prefere a contemplação. Vai de ônibus.
Quais dos cinco estão corretos ou tem vantagens sobre
os outros?
Assim é o caminho espiritual.
Todos vão chegar.
quinta-feira, 14 de março de 2013
É possível ser feliz?
-->
![]() |
| A vida simples assim... |
A realidade é efêmera. Uma fração de segundo e
pronto... já se foi.
Não tem graça, não tem cor, é apenas mais um
momento.
Por vezes boa, na maioria das vezes, apenas
realidade.
O que nos move, verdadeiramente são as
possibilidades. Estas sim, cheias de luzes, cheias de esperanças, nos motiva a
cada dia. Um universo está aberto quando se pensa em todas as possibilidades
que temos.
Bastou se realizar para perder a graça, virar
passado e nos voltarmos a mais e mais possibilidades. Podemos ficar ricos e
poderosos. Podemos encontrar a pessoa perfeita. Aquele carro. Aquele emprego ou
trabalho que vai nos realizar e nos encher de dinheiro. A viagem então, nem se
fala. Hoje não estou muito bem, mas amanhã... quem sabe. Há muitas possibilidades.
O que isso significa?
Vivemos no mundo de ilusão. Esperando um amanhã
que existe apenas em nossas mentes. Um amanhã criado de: possibilidades!
Essa ilusão do amanhã se transporta para todas as
esferas de nossos pensamentos, da mais material até a mais espiritual.
Espera-se o céu, a iluminação, a vida eterna, o encontro com os mortos... tudo
está no futuro. Aquele, que não existe, mas é uma possibilidade.
Passamos anos nos enganando sobre o que pode vir a
acontecer e esquecemos de uma coisa muito simples. Viver.
Ao invés de focarmos em tudo o que poderia ser, deveríamos
estar um pouco mais preocupado com o que é.
E o pior, nem sempre as possibilidades são boas,
então surge a ansiedade. Não estamos bem hoje por que amanhã pode ser ruim. Soa
quase como absurdo, mas é a realidade. A possibilidade de não termos como
honrar nossos compromissos futuro (aquele, que não existe) é suficiente para
vivermos infelizes hoje.
Mas, não fique triste, vai aparecer uma
instituição ou uma corporação que vai prometer resolver seu problema futuro.
Faça isso ou compre aquilo agora e amanhã será melhor.
Quebrar este ciclo pode ser até muito simples,
apenas entender que a vida é para viver, cada momento como ele é e não como ele
foi ou como será.
E tenha certeza, nada é para sempre, tudo é
diferente a cada segundo. Alguns momentos bons, outros nem tanto. É só viver
estes momentos como são que aos poucos vai surgir um sentimento meio estranho, talvez
se chame... felicidade.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Uma janela para a vida.
Um olhar pela janela. A vida entre molduras.
Sob a perspectiva interna enxerga-se o mundo
através da janela. Os limites escondem as infinitas possibilidades, enxerga-se
o que se pode enxergar.
Do lado de fora o que se observa é apenas o
observador e observado, pouco pode se ver além disso. Mas existe um universo por
traz desta janela.
Ali está você. Na janela observando a vida e sendo
observado.
Conseguimos ver a vida através de quadros, molduras,
como diria o artista: “pela janela do carro, pela janela do quarto, remoto
controle...”
Abrir a janela é se abrir. Entrada de luz. O mais
importante não é a paisagem oferecida, mas ver o que se iluminou no lado de dentro.
Podemos ver então o que estava entre sombras. Exercício de observar...
Observar o que nos oferece fora dela; outras
janelas, janelas abertas, janelas fechadas... janelas.
Uma vida através do olhar.
Podemos não mais olhar.
Sem olhos, sem olhar... Apenas sentir.
Então não há janelas, não há ruas, não há
paisagens, não há muros... há apenas o universo inteiro para você.
Uma vida através do sentir e então começar
a entender aquilo que chamamos de vida.
domingo, 9 de dezembro de 2012
Um dia, fui eu mesmo!
-->
Um dia
nasci.
Me
desenvolvi. Aprendi a ler. Primeiros conhecimentos. Brinquei, me diverti muito
como toda criança.
Sonhava em um dia ser adulto. Ter tudo que um adulto poderia ter. Casa, família, o direito de fazer o que
quiser sem ter que obedecer ninguém.
Um dia
fui adolescente.
Festas,
conflitos, paixões,
autoconfiança, o
mundo era meu. Só
faltava realizar agora o sonho de ser adulto. Carro, mulher, dinheiro, emprego.
Dono do próprio
nariz.
Um dia
fui adulto.
E o sonho
se realizou. Carro, familia, dinheiro, emprego. Até certo ponto, dono da própria vida. E neste sonho
trabalhava, cuidava da casa, da família... Trabalha mais, cuidava da família... Trabalhava e cuidava...
Trabalhava...
Um dia
acordei!!
E percebi
que neste sonho acabei me esquecendo de coisas importantes. A simplicidade da
beleza da vida, como era lindo ver o céu. O vento. As paixões. Me esqueci da alegria de viver, de brincar, das festas,
da autoconfiança que
achava que tinha, de todos os momentos despreocupados. Dos amigos... ahh...
estes, inesquecíveis...
Acordei
de um sonho que me mantinha adormecido. Acordei.
Não quero mais ser criança, não quero mais ser adolescente,
muito menos adulto.
Quero ser
simplesmente eu.
Um dia,
fui eu mesmo.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Como uma onda no mar...
No útero somos apenas algumas células, se agrupando,
multiplicando-se. Membros, corpo... começa ali uma magia de desenvolvimento. Um novo
ser. O cérebro e talvez os primeiros pensamentos.
Uma escuridão de aconchego, não conseguimos ver o mundo
externo, mas sabemos que estamos sendo amparados. Parece imaginação, não vemos,
não tocamos, mas podemos sentir que somos parte dela. Da mãe.
Alguns sons podemos ouvir de fora, apesar de nenhuma prova
ou conhecimento, aos sairmos seremos acolhidos por alguém.
Chega o momento de sairmos.
Nascimento, renascimento, não
importa, estamos em uma nova condição. Nova?
Então começamos a nos desenvolver, nosso corpo, nosso
pensamento, só que agora as dúvidas são outras. Vamos morrer ou renascer de
novo? Não conseguimos ver, não tocamos, mas no fundo sabemos que
continuaremos... amparados... somos parte dela.
Se somos parte, o todo não morre. Só transformamos. De
energia em matéria, de matéria em energia, como uma onda que vai e vem, interminável,
ao sabor das marés...
Ciclos, apenas ciclos.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Que bom, somos humanos.
A alma escreve por mim. Tenho apenas sentimentos,
em resumo: somos apenas sentimentos.
Nada é real. Tudo não passa de reflexos de
nossos sentimentos.
Onde podemos guardar estes instantes que nos enchem
de vida?
Descobri que em nossa mente não é! Cérebro, mente,
pensamento, lógica todas essas palavras são apenas palavras, a vida é
preenchida de sentir.
Quando se fala de energia, sei o que é: é vibração,
literalmente vibrando. E isso é sentimento! Estar vivo, perceber muitas vidas
vibrando também.
Descobri também que a interligação dos seres é que
movimentam nossas energias, vibrações, sentimentos...
Bastou um olhar, um sorriso, uma palavra, uma
troca; e um universo de alegrias se expandem em nosso ser. Alegria de sentir
parte daquela vibração.
Águas, terra, fogo, flores, uma nova lua, ventos,
trovões e tempestades nos trazendo energia.
Mas, nada é mais vibrante, nada é
mais bonito que receber a energia de um ser, por hora chamado de humano!
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Um rio sempre vai chegar ao mar.
-->
É preciso deixar o rio fluir. Segurar águas nas
mãos?
O movimento da vida é permanente. Não há consolo
maior que o abraçar do vento em nosso corpo. Mas também se vai. O sentimento de
fluxo é a certeza de que nem um minuto permanece. Um após o outro, trazendo a
energia da vida.
Muitas vezes ouvimos a mesma frase: viver o agora!
O agora já se foi também. O agora é aquela fração de segundo que já se foi.
Antes mesmo de sua mente conseguir fixá-lo. A vida é mais que o momento: é o
fluxo. O correr de sentimentos, de sensações... sem controle. É estar presente
na fração. Isto nos leva a transpor o tempo, ilusão que nos prende a ansiedade
de achar que podemos controlar o incontrolável.
O que nos resta? Nos conectar com a beleza da vida
em seu interminável fluir.
A não-ação, a calmaria só é encontrada na profunda
respiração. Ali não há mais o momento.
Esta entrega não é passividade, ao contrário,
é consciência. Consciência de fazer o que é preciso sem estar preso ao medo, à angústia, ao tempo.
Deixar o passado no passado; o que virá, virá!
O rio sempre chegará ao mar, se assim não for, ele
deixará de ser rio.
Viver é simplesmente sorrir da nossa incapacidade
de viver.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Tocando em Frente
Este é um texto que eu gostaria muito de ter escrito. É uma sintese da vida. Tocando em frente de Almir Sater na página "Textos de outros autores". Vale a pena perder um minutinho e ler esta poesia.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Eu, caçador de mim.
-->
A busca termina quando entendemos que não há lugar
para se chegar.
O que existe é a essência, dentro de nós, que
simplesmente é, não há como buscá-la. Em algum momento ela simplesmente se
manifesta. Não existe um objetivo, a essência se aflora. Aquilo que é não pode
permanecer na busca, só se busca o que não está em você. Este entendimento só
existe quando se pode determinar o “seu” ser.
Manifestações do ser estão em toda parte, basta
abrir os olhos para que a venda se desfaça. Apenas tirar a venda. Isto não
consiste em busca nenhuma. Apenas consciência.
Quando a busca termina começa o caminho.
No caminho apenas se caminha. Ele não tem fim. É
apenas um caminho a se seguir.
Se tem experiências. Experiências do caminho. Mas
a essência continua ali, no mesmo lugar.
Nunca saiu dali.
Este caminho é apenas feito de lições. Lições que vão
fazer que você consiga desvendar sua essência.
Quando perceber que não é mais necessário
caminhar, então pare.
Pare no silencio do presente, quando se chega a
eternidade.
Sem busca, sem início, sem fim, sem caminho.
Apenas é.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
O dia em que a classe política acabou! Os 20 acontecimentos mais importantes.
-->
Poderia ser muito bom, mas como isso ainda não é possível,
temos que escolher um “representante” para nos governar. Que coisa não?
Vamos fazer um exercício de pensar se a classe de
políticos não existisse mais. Sabemos que a política, em seu cerne, tem sua
valia e é necessária à civilização atual. Mas, em determinados momentos, bem
que poderia não ser. Este tipo de pensamento, não casualmente, vem sempre
próximo ao evento das eleições, onde se torna mais explícito os pertencentes a
esta classe, nem sempre preocupados com o bem-estar da coletividade.
Então vamos lá, por um motivo qualquer, os
políticos não existem mais, o que aconteceria? Dos inúmeros acontecimentos,
foram selecionados apenas 20 para refletirmos. Segue a lista:
1 – Não teríamos mais programa eleitoral gratuito
(só este item já valeria a pena);
2 – As crianças mais desfavorecidas não teriam
suas bochechas beliscadas no período de campanha;
3 – A frase: “precisamos melhorar a saúde, o
emprego, a segurança e a educação”, praticamente cairia em desuso na língua
portuguesa;
4 – A corrupção diminuiria muito. Como diria um
escritor brasileiro, “existem duas classes de políticos, os suspeitos de
corrupção e os corruptos”;
5 – Não teríamos mais programa eleitoral
gratuito!!
6 – Teríamos menos pontes no mundo (todo prefeito
constrói ao menos uma ponte em seu mandato);
7 – Todos os envolvidos neste segmento teriam que
arranjar um emprego, isto aumentaria, e muito, a mão de obra disponível no país
(não sei dizer se qualificada);
8 – Ficaríamos mais tranqüilos quanto a ocupação
do solo, porque se todas as casas populares prometidas fossem construídas
precisaríamos ocupar a terra, a lua e talvez parte de marte, local onde já
conseguimos colocar uma sonda;
9 – Não teríamos mais programa eleitoral gratuito;
10 – Poderíamos tomar cerveja no dia da eleição;
11 – Você se sentiria mais seguro quanto a sua
inteligência, porque hoje, o problema deles estarem lá, segundo os próprios, é
a educação (neste item temos uma tendência em sempre achar que é a educação dos
outros, nunca isto se refere a nós, claro);
12 – São muitas pessoas candidatas, e estes
perderiam o impulso a compreensão e ao amor ao próximo que invade seus corações
durante a campanha. Talvez, apenas neste período, perderíamos a amabilidade
destas pessoas;
13 – Muitos marketeiros perderiam a função de
ajudar a transformar mentiras em “verdades”;
14 – Para quem barganha o voto por dinheiro ou
favores, perderiam esta fonte de renda;
15 – Não teríamos mais programa eleitoral
gratuito;
16 – O humor na televisão sofreria um forte
impacto;
17 – Grande diminuição de solicitação de amizades
no Facebook durante o período de campanha;
18 – A cidade ficaria mais limpa (aí temos vários
sentidos, escolha o seu);
19 – Todos os prédios públicos poderiam ser
ocupados com atividades produtivas;
20 – Não precisaríamos mais pagar impostos!!!!!
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Será que somos como um grão de areia?
-->
Nestes últimos meses tenho conseguido ler bastante
coisa. Interessante saber que muito já foi pensado nestes milhares de anos de
história escrita. A constatação de que sabemos muito pouco acaba sendo
angustiante, nos faz sentir como um grão de areia na praia. Pelo menos
descobrimos que estamos na praia, somos parte dela.
Entender isso já é bom. Somos a areia, temos todos
os elementos, somos parte e somos a praia.
Pensando como um grão de areia e se eles pudessem
conversar, em uma praia, numa ilha muito longe, deserta, talvez um diria para o
outro:
– tá vendo aquele siri, dizem que existem animais
muito maiores que ele, tem um, que falam ter uma imensa tromba, duas
orelhonas...
– ah... você e suas histórias, tem nada, todos os
grãos que conheço já provaram que a vida além da praia chama-se “mar”, um lugar
misterioso, que está além da nossa compreensão. Para lá que vamos quando chegar
nossa hora.
– Não sei não, tem gente que fala que existe uns
seres, imensos que andam sobre nós, e até comem animais que vivem neste mundo
que você falou.
– O que existe é aquilo que você vê. Imagina...
seres imensos...
– Um dia, ouvi uma história de um grão, que com o
vento foi para muito longe, um lugar onde havia muito verde, flores, objetos
voadores, muitos animais diferentes, vários outros mundos. Ele chamou de
florestas, rios, montanhas e outros nomes estranhos que nem me lembro.
– Acho que você deveria se preocupar em fazer a
sua parte, ficar aqui paradinho, esperando.
– Esperando o quê?
– Como esperando o que, você é um grão, um grão
espera aqui na praia, quietinho.
– Mas será que não dá pra gente...
Neste momento um vento forte bateu e levou os
grãos para longe, voaram para direções diferentes. Um foi cair no meio do mar,
o outro foi parar em uma floresta de uma montanha próxima.
O grão que caiu no mar foi para o fundo, muito fundo
e encontrou outros iguais. Disse para o que estava ao seu lado:
– Escuro aqui não? Será que vai não vai sair sol
hoje?
– Sol?? O que é isso? Do que você está falando,
você está maluco...
O outro, que caiu na floresta olhou para os rios,
flores, animais e encantado gritou:
– Então era verdade que existem seres imensos, com
trombas, orelhudos, em outro lugar além de tudo que vejo agora. Ansiosamente
esperou o próximo vento que o levaria para outros lugares.
É mais ou menos essa sensação que tenho, cada
livro um vento novo, daí fica difícil ficar, esperando...
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Lições de humildade com Sócrates
Sócrates é um dos melhores exemplos de humildade. É dele o famoso bordão: "Só sei que nada sei"
Foto: Jamie Grill/Gettyimages
Foto: Jamie Grill/Gettyimages
Aprenda uma lição de humildade com Sócrates, o pensador que tinha consciência de sua própria ignorância na página "Textos Revista Vida Simples".
terça-feira, 31 de julho de 2012
Entenda por que somos responsáveis por nossas escolhas
O que você está fazendo da sua vida? Eugenio Mussak explica porque, afinal, somos responsáveis pelos caminhos que escolhemos
"Eu queria conduzir minha vida com base em minhas verdades"
Confira este excelente texto na página "Textos da Revista VIDA SIMPLES".
Foto: Dreamstime
terça-feira, 26 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Facebook, um lugar para a sabedoria humana.
Estamos na nova era, a era da comunicação! Nunca tantas pessoas puderam se expressar livremente e alcançar os mais longínquos lugares do nosso planeta. Mas mesmo com todas as ferramentas disponíveis através das redes sociais o velho Power Point ainda continua bombando pelos emails afora. Celebridades, intelectuais, escritores, artistas, filósofos e religiosos jamais foram tão citados como neste momento da vida humana. O Facebook tem promovido a ampliação da leitura em nosso país, pessoas passam horas e horas lendo para extrair pensamentos que aconselham, alimentam nossas almas de tanta profundidade e sabedoria. Neste despretensioso texto, coloco algumas frases que podem ser usadas em diversas situações nas redes sociais, trazendo luz aos milhões de usuários que esperam todos os dias por "pensamentos virtuais". Seguem alguns para refletirmos:
- " A vida é como um jogo de xadrez, só que dificilmente o peão come a rainha". Henrique VIII;
- "Se todos fossemos iguais, seríamos japoneses". João Paulo II em sua visita a Tóquio;
- "O importante é competir". Rubens Barrichello;
- "Quando você se sente só, talvez seja porque você é um mala". Clarice Lispector;
- " I, i, i, se eu te pego..." Steve Jobs;
- " A luz é uma onda, assim como, quando estou na luz estou na onda". Albert Einstein em seu discurso de abertura do campeonato de surf, Hawai,1948. (Original em inglês: "The vibe is vibe");
- "Ora estamos pensando, ora estamos agindo. Se não estamos fazendo nenhum dos dois... ora, ora... estamos fazendo nada". Madre Tereza de Calcutá;
- "Precisamos sempre olhar os problemas de diversos ângulos". Ray Charles;
- "Não basta matar dois coelhos com uma caixa d'água, precisamos lutar, porque se contar nos dedos, não teremos mais do que quatro amigos fieis". Luís Inácio Lula da Silva;
- "Tenha paciência, dê corda aos seus inimigos que eles se enrolarão". Tiradentes;
- "Aquíles se deu mal, eu não". Sócrates;
- "Não engula sapo nesta vida, procure sempre beijá-lo". Walt Disney.
- "Há momentos que precisamos escutar o coração, mesmo que ele esteja parado". Chico Xavier;
domingo, 27 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
A insustentável leveza do ser
É
impossível não acreditarmos que somos espíritos. Tem momentos que nos
sentimos tão leve que nosso corpo realmente parece
ser uma prisão dos
nossos sentimentos, pensamentos, uma ferramenta limitada para a grandeza, para
a força e
ao mesmo tempo a sutileza de nossas emoções.
Aqueles
momentos em que estamos flutuando com a música, sentindo amor por alguém, quase se misturando entre
os odores da vida. Momento de alegria, felicidade, mais que isso, momentos de
paz. E por nada, por simplesmente estar vivo.
Envolvido
em lembranças,
saudades do que vivemos, do que não vivemos, de pessoas, de lugares... Nestes momentos
estamos nos lugares, estamos com as pessoas, vivemos sem nenhuma necessidade de
nosso corpo. Não
precisamos ser bonitos, inteligentes, fortes, não é preciso falar nada,
simplesmente... ser.
O corpo é importante para nos
expressarmos, executarmos tarefas, interagiramos, mas quando interagimos com
nosso mundo ele não é mais necessário. Um sonho! Este sim,
momento de libertação. Voamos, estamos em todos os lugares, ao mesmo tempo.
Esta
leveza se perde quando acordamos, quando despertamos, quando estamos voltado
para fora. Estado insustentável com tantas coisas para nos distrair.
Como diz
o guru, há
momentos que sorrimos com o coração.
Opa, o
telefone, chamando para voltar ao mundo físico. Bom que, mesmo interagindo com o mundo externo tenho
certeza que há um
mundo muito mais leve dentro da gente. É só fechar os olhos, escutar a respiração e boa viagem.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Como manipular pessoas em seis atos (ou mais)
Tudo começou com uma luta “esportiva” que se chamava “Vale Tudo”, ou melhor, “Quase Tudo”. Não vale matar, senão não tem como ter revanche. Foi se tornando popular e se transformou em um show business. Muito dinheiro, internacional, muita popularidade. Agora um esporte. Juízes, regras, categorias, organização, mídia, tudo que um grande negocio esportivo tem.
Luta, muita luta! Uma mistura de várias lutas em uma só.
A cada evento mais popularidade, transmitida em canais fechados, pay-per-view, para um público que gosta de ver lutas.
Uns assistem para colocarem suas raivas e frustrações para fora, outros pelas técnicas aplicadas, outros por que gostam, enfim: cada um, cada um...
Até que um dia, uma grande emissora de sinal aberto, compra os direitos de transmissão.
Como fazer para transmitir um esporte violento para seus gloriosos telespectadores? Então vamos lá. Só tem um jeito. Mudar a forma das pessoas pensarem este esporte.
Lá vai a receita:
1 – Novela
Um personagem gente boa, simpático mesmo, batalhador, que é um lutador;
2 – Programas de variedades
Um quadro onde uma diva da virgindade é “fanática” por lutas e mostra o outro lado dos lutadores: vaidades, pessoas singelas, que se cuidam antes de suas batalhas;
3 – Um programa de reportagem
Este mostrando pessoas que buscam um espaço na sociedade, pessoas igual a qualquer um, que pratica um esporte, pessoas como você;
4 – Um programa matinal
Um programa voltado a donas de casa, com receitas, suave, e quem é o entrevistado?? Um grande lutador!!!
5 – Canal Pago
Um programa que mostra a fé das pessoas, e advinha quem é um dos personagens principais? Um lutador. Religioso, batalhador... Claro religiosidade é importante;
6 – Um reality show importado, adaptado ao nosso povo, para mostrar o dia a dia desses. Como diria nosso ilustre repórter/apresentador de outro reality “Nossos Heróis”!
E vem mais por ai...
Absolutamente nada contra os lutadores que ganham honestamente suas vidas neste esporte. E realmente são batalhadores e profissionais.
Mas uma emissora querer transformar uma luta em um evento quase angelical ?!?
E podem apostar, não demora muito e muita gente vai estar achando que lutas são quase como um divertido programa para o chá das cinco, com senhoras se ajeitando nas poltronas para assistirem aqueles mocinhos fortões dando alguns socos uns nos outros, mas sem violência, só esportivamente.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Cozinhando a Europa
Um pouco de azeite. Cebola. Alho. Pimentas de cheiro.
Do outro lado, cogumelos. Cozinhando. Reduzir.
É a alquimia dos sabores. Água quente. Ao dente.
Agora é balançar as mãos para os aromas se misturarem ao ar.
Misturar a vida. Dar vida aos sabores. Dar vida a vida.
Perfume. Um pouco de magia, alimento da alma.
Não se alimenta o corpo, alimenta-se o espírito.
Há música em misturar os alimentos.
Há arte em misturar os temperos da vida.
Arte, uma porção de arquitetura, uma pitada de música, muita luz e... pessoas, que ali sempre e sempre passarão.
Andar, andar, andar e balançar as mãos para que a alquimia do todo se misturar ao ar.
Os rios, os mares, os amores, a inspiração...
As vezes tão fria que nos proporciona um eterno amanhecer. O amanhecer em todas as horas.
Ah... o perfume, o perfume da vida que vem do simples respirar.
Histórias que estão vivas em todas as esquinas, vivas porque se renovam, incansavelmente contadas e recontadas... escritas e reescritas... vividas todos os dias.
Há música, há arte em se misturar existências.
Assinar:
Postagens (Atom)

























