terça-feira, 19 de abril de 2011

A História da Humanidade - Parte 2


      Depois da chegada do filho de Deus começamos do zero. Inventou-se a nomenclatura AC (antes de Cristo) e DC (depois de Cristo), não aquele AC/DC de corrente alternada e corrente continua (é importante explicar isso senão as pessoas confundem).
      Esse novo momento continua com o povo italiano "se achando", mas suas peripécias terminam por volta de 476 DC com a queda do império romano. Aí a coisa começa a ficar complicada com a idade média, mais conhecida como a idade das trevas. Ser contra o sistema era "fogo na roupa", diria Joana d'Arc. Tirando a grande contribuição para as lendas e estórias devido aos seus reis, príncipes e princesas, cavaleiros e magos, um período, terminado em 1.453, que poderia ser apagado da história. Mas não há céu cinzento que não seja precedido de um dia azul, não há noite que não seja seguida pelo dia; e veio a Renascença. Uma época em que o Ser Humano pintou e bordou. Mais pintou que bordou.
      Um novo espírito cientifico de observação, os artistas usaram a perspectiva para retratar um mundo tridimensional em vez do espaço espiritual representado pelos artistas medievais. Borricelli, Rafael, Ticiano, Leonardo Da Vinci (dizem que tinha um irmão, também artista dos sertões da Europa chamado Leandro e formavam uma dupla na adolescência; particularmente acho isso uma lenda), seres iluminados que trouxeram uma nova luz ao mundo, muitos anos depois concretizada por Thomas Edison.
      Leonardo Da Vinci foi um destaque deste período. Fez a Santa Ceia, Monalisa e deu a base ao roteiro de: "O Código Da Vinci", sucesso séculos após sua morte.
Não menos importante, destacavam-se: Michelangelo, Bellini e muitos outros inesquecíveis artistas como o... a.... o.... aquele importante pintor, o.... enfim um monte de gente.
      Nas artes seguiram-se os estilos: Barroco, Rococó, Romantismo, Realismo até chegarmos aos impressionistas e pós-impressionistas fechando este áureo período humano. Monet, Manet, Rodin, Renoir, Degas, Toulouse-Latrec, Gauguim, Cézanne, Van Gogh e outros inúmeros Seres que mudaram para sempre nossa percepção de arte.
      Não podemos deixar de citar, que em 1.500 DC, Cabral e sua troupe descobriram nada mais, nada menos, que o Brasil, penta campeão mundial. Muitos destaques passaram por este país, assim como muitos passistas, rainhas (de bateria), porta-bandeiras e grandes mestres, salas.
      Chegamos ao final do século XIX e início do século XX, onde afloraram as ciências, a arquitetura, a literatura, as artes, quase tudo que conhecemos na forma como é hoje, mas tendo como grande alavanca a Revolução Industrial, em meados do século XVIII na Inglaterra. Já então se esboça o conceito de "somos livres desde que usemos a mesma roupa, com o mesmo carro (prata de preferencia), escutemos a mesma música, o mesmo corte de cabelo, o mesmo sapato, a mesma praça, o mesmo banco, as mesmas flores, o mesmo jardim".
      Batalhas, cruzadas, caça-palavras, grandes navegações durante a "Era dos Descobrimentos", iluminismo, revoluções, grandes monarquias, muito aconteceu durante este período de descobertas e efervescência religiosa, intelectual e artística. Uma época que mesmo sem pagode, duplas sertanejas e afins deu-nos uma base de desenvolvimento para entrarmos em um novo momento. O momento das máquinas. A "Era Industrial", que logo se deu como a "Era da Tecnologia", das grandes descobertas científicas, assuntos que serão tratados na terceira parte desta epopéia humana resumida e revisitada.
      Não percam a História da Humanidade - parte 3: O Ser Humano e as Máquinas.

Obs.: Vale novamente lembrar que esta importante contribuição para a memória humana é sob o ponto de vista ocidental, sendo que a visão oriental será abordada em: A História da Humanidade sob a ótica do oriente, citizen, toshiba e vários outros.

PS. Para quem não leu " A História da Humanidade - Parte 1" é só acessar ao lado no arquivo do Blog.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Alguma coisa está fora da ordem


Alimentamos a ideia de que podemos controlar tudo em nossas vidas. Nada mais enganoso. E isso vale inclusive para aqueles que acreditam ter na mão as rédeas da situação. Afinal, será que existe destino?

Confira novo post na página "Revista Vida Simples". Texto Liane Alves.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Uma reflexão sobre a Arte

Tarsila do Amaral Abaporu (1928)

Arte

Se somos energia, uma forma de interagirmos com o universo.
Se somos apenas humanos, um canal direto com o divino.
Se somos divinos, a maior expressão de nosso ser.
Se somos animais, a sublimação do racional.

A pureza da expressão, que vezes se utiliza do intelecto
ou simplesmente é.
A indignação, a alegria, a tristeza, o belo...
O contraponto de todos os sentimentos em resumo,
a simplicidade complexa.

Através das mãos, da voz, da escrita, do corpo, da luz,
idéias se expõem e entram em nossas almas por nossos sentidos.
Quando almas se juntam.
Livre. Deve ser livre.

Um instante em que se esvaem os fluidos do artista
para preencher o vazio da materialidade.
Um instante que se torna eterno.
Um instante que se faz maior que o próprio tempo.

Um instante que deixa de pertencer ao artista
e passa a ser como a brisa.
Brisa que nos acaricia e nos enche de paz.
Brisa que suavemente traz o essencial da vida,
mesmo que não percebamos.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

A crise existencial

Manual prático para assumir e enfrentar o problema que assola homens e mulheres de qualquer idade.
Novo Texto na página "Textos da Revista Vida Simples". Confira!

sexta-feira, 25 de março de 2011

O sentido da Vida.


Parece um papel em branco. Ali rabiscamos, muitas vezes mal e porcamente nossas emoções, esperanças, sonhos, mágoas, conhecimento... Há ocasiões que não temos capacidade de rabiscar nada! Passamos a ser apenas espectadores, inertes olhando o papel. Simples papel. Em branco.
A vida é mais que um papel. É um palco. Vazio, a espera de uma grande encenação. Sempre esperamos que seja uma grande encenação. A platéia existe. Está implacavelmente a espera também . Nem sempre querendo ver um sucesso. O fracasso, a tristeza, a angústia, fazem parte desta obra.
É a vida...
Sonhamos sempre em ser o ator principal.
É fato que temos a capacidade de fazermos o que quiser, quem sabe até Arte! Mas é difícil. Difícil sermos autor, ator, roteirista, diretor, iluminador, sonoplasta, contra-regra... Nossa!!! Quão melhor seria se alguém pudesse nos dirigir, as vezes até escrever por nós nossa própria história?!
Não dá para entender muito bem o que está sendo encenado a nossa volta. Vontade é de rasgar tudo. Fraqueza.
Nesses momentos o que é preciso? Olhar para frente? Olhar para dentro? Não olhar?
Nesses momentos é preciso rabiscar muito, escrever tudo, atuar, dirigir, fazer, fazer, fazer, fazer... fazer tudo que estiver ao nosso alcance. É isso!
Só assim vamos saber se receberemos aplausos, vaias, risos, o “bis”. Só assim receberemos as emoções que nos constroem. Só assim nos sentiremos pessoas, com defeitos e qualidades, com tudo que está disponível em nosso pacote da vida.
Assim seremos odiados e amados. Mas seremos! E isso é o que importa.
Então, mãos a obra.
Que seja uma “Obra Prima”, porque talvez não teremos oportunidade de reescrevê-la.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Folga mental

Perder o foco às vezes é importante. Precisamos disso para criar, inventar ou simplesmente viver bem.
Novo Texto da Revista Vida Simples na página: Textos da Revista Vida Simples.

terça-feira, 15 de março de 2011

A História da Humanidade – Parte 1


No princípio era o caos. Se bem que até hoje continua meio complicado... depois foi criada a célula, o mar, as plantas, o barro e pronto; chegou o homem para bagunçar tudo. A mulher também. Tudo bem... com mais charme, mais bonita, sensível, mas tem sua grande parcela na bagunça. Ah!!! Antes do homem veio a cobra, que seduziu Adão. Ele comeu a maçã (que virou Ipod, Iphone, Ipad... mas isso é para depois) e da sua costela criou a Eva. Bom, essa primeira parte já está clara; então vamos seguindo.
A história é contada a partir da escrita, então vamos fazer um resumo até este momento para termos uma noção geral da evolução humana e chegarmos nas partes mais importantes.
Existia o macaco, depois ele começou a andar, foi chamado de homo sapiens, apareceu a Luzia (o mais antigo fóssil humano) e foram se juntando... procriando... procriando... até ter um monte de gente, e começaram a escrever. Neste momento, há mais ou menos cinco mil anos antes de Cristo, começa a história escrita da humanidade. Existe um esquema que explica isso muito fácil: um macaco agachado que vai se levantando, fica em pé e vira homem. Enquanto ele estava de quatro não existia a certeza dele realmente ser homem.
Os sumérios, assírios, escreveram pouco, pois eram muito ocupados com trabalhos braçais, não tinham muito tempo para se dedicar a literatura, que começou a ficar mais interessante com os egípcios. Aí já existia um Faraó, que colocava um monte de gente para trabalhar para ele e tinha mais tempo para outras coisas.
Mas quem realmente desenvolveu o pensamento como ele é hoje, foram os Gregos. A filosofia, astronomia, matemática, artes, quase tudo, pouca coisa foi criada depois deles. Importante mesmo, só o futebol.
Concomitante ao desenvolvimento do pensamento, neste período, ocorreu um boom imobiliário, período qual, foram construídas várias pirâmides pelo mundo. Egípcios, Maias, Incas, vários povos erguiam seus “arranha-céus” por todo o planeta, mais a maioria literalmente se enterrou em suas empreitadas. Depois disso as construções diminuíram de tamanho, se tornaram mais práticas, até chegarmos aos nossos “Flats”.
Mas vamos nos atentar para os Gregos que foram a base do pensamento ocidental. Grandes obras literárias, grandes pensadores, artistas, poetas surgiram nesta época e nos influenciam até hoje. Foi escrita uma das mais belas obras humanas: a mitologia Grega. Dentre as principais personagens desta história podemos destacar: Homero. Pisandro de Rodes, Paniasis de Halicarnaso e Antimaco de Colofón. Tirteo de Esparta e Mimnermo de Colofón. Na frente: Platão, Sócrates, Casagrande, Maradona e Pelé (apesar do sistema da época já era Rei, assim como Roberto Carlos, o cantor, claro). Ronaldo, mais da atualidade, até pouco tempo teve um grande peso em nossa civilização.
Há mais de dois mil anos surgiram os romanos. “Má que belo povo”!!! Se achavam. Começaram a invadir tudo. Invadiram a Grécia e se apoderaram da mitologia deles, trocando os nomes dos deuses, como por exemplo: Zeus, um dos principais entre os deuses, tem como seu equivalente Júpiter na mitologia romana. Poseidon virou Netuno; Afrodite é Vênus; Dionísio, deus do vinho virou Baco (daí a expressão “é do balacoBaco”), Lula que virou Dilma, e assim por diante. Criaram de importante: O Coliseu, a Pizza e o Macarrão (trazido da china por Marco Pólo, criador também daquelas camisas com gola). Ah... também a forma de falar com as mãos: juntam-se os dedos e fica balançando. Serve para quase todas as ocasiões.
No final deste período vem a terra o Filho de Deus onde zera tudo e começamos uma nova história, que continuará na: História da Humanidade – Parte 2. “A Missão”. Não tinha como não acrescentar isso... Aguardem!

Obs.: Esta é a história contada sob a ótica ocidental. Em breve será lançada “ A história da humanidade sob a perspectiva oriental”.

O acaso está na mente daqueles que não conseguem se libertar do pensamento lógico.


Pensamento binário. A mente compara, insistentemente. Ou é uma coisa ou é outra. Tudo depende de referencias adquiridas durante nossa existência. Influências do ambiente, da cultura de tudo que nos cercam, moldam nossa forma de pensar e nos tornam lógicos. Lógico isso. Então surge o acaso (do latim “a casu”, sem causa; é algo que surge ou acontece a esmo, sem motivo ou explicação aparente) não tem lógica.
E aí?
Como fazemos para lidar com uma situação que acontece a esmo? Chamamos de acaso, porque não temos como correlacionar rapidamente às nossas referências.
Os sonhos são imagens ou visões de nosso imaginário que acontecem ao acaso? Coincidências acontecem ao acaso? Conhecemos pessoas por acaso? E mais outras inúmeras perguntas que poderíamos fazer.
“O acaso vai me proteger enquanto eu andar distraído”.
A partir desta frase contida na letra de Epitáfio (Sérgio Britto) podemos ter uma outra visão de acaso. Enquanto eu estiver distraído, tudo pode acontecer e nada precisa ter correlação, no momento em que prestarmos atenção ao que nos cerca, a maioria das coisas passam a fazer sentido, interligar-se. Então o acaso é um desconhecimento da correlação de um determinado acontecimento.
A medida que vamos tomando conhecimento de nossas estruturas psicológicas, emocionais, físicas, vamos tramando uma nova rede de entendimento das ações que ocorrem sob nossa influência ou não. Voltamos a um velho tema: o conhecimento.
Até onde queremos chegar. Podemos continuar “distraídos” ou arcarmos com o ônus da luz do conhecimento e termos que assumir as conseqüências de todos nossos atos.
O interessante nessa conversa é que se pensarmos, sem mentir para nós mesmos, em todos nossos atos, durante toda nossa vida, entendendo “atos” como tudo o que fazemos para reagir as influências do ambiente em que vivemos, vamos chegar inevitavelmente a conclusão que estamos exatamente da forma e onde nós deveríamos estar. Sem nenhum acaso.
Sem andar distraído o acaso pode deixar de nos proteger, mas com certeza saberemos onde vamos chegar.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Mais Carnaval...



Agora uma visão mais colorida do carnaval. Na página "As Cores do Carnaval".

quinta-feira, 10 de março de 2011

Uma Visão do Carnaval


Um ensaio do carnaval de Guaratiguetá. Para quem não viu curtir e para quem foi ver, relembrar.
Na página: "Uma Visão do Carnaval - 2011".

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

A vida está literalmente na sua cabeça.



O que você pensa é o que você é. Já pensou bem sobre isso?
Não existe nada além do que você pensa. Você experimentou perguntar a um "louco" se ele acredita no que pensa? Se ele não acreditar, é porque não é louco. O rico acredita que o dinheiro é o melhor da vida, o espiritualista, que  a verdade está em outros mundos, o vegetariano encontra a alegria longe dos prazeres da carne, o alcoólatra na bebida, o artista na arte e assim, cada um encontra, primeiro em seus pensamentos, depois em suas atitudes, uma forma de passar por esta vida. Será que tem outra?
Alguns insistem em mostrar a vida como ela é. Como ela é?
A verdade é que...
Não tem verdade. Mas então, Vale tudo?
Existe uma ligação entre todas as coisas, isso é verdade, não tem como não ser.
Por mais que precise de governantes, polícia (para quem precisa, polícia para quem precisa de polícia...), políticos, síndicos, patrões, alguém que se acha melhor para impor alguma coisa a alguém; todo mundo sabe que não precisa deles, todo mundo sabe o que se deve fazer. Será mesmo?
Bom eu acredito, então é verdade para mim, é a minha vida.
E a sua, qual é a sua verdade? É melhor que as outras? Sempre a nossa verdade tem mais sentido que a verdade dos outros, porque está em nosso pequeno mundo, nossa cabeça.
Um dia, acredito que todos esses pequenos mundos vão se encontrar em um mundo só. Jung já falou sobre isso, de alguma forma. Acho que um monte de gente já falou sobre isso, de alguma forma. Então a verdade, a vida, as vezes pode não se resumir apenas ao pensamento isolado. Interessante isso.
Que vença a maioria. Ao seu tempo.
Tempo... tempo... será que ele existe mesmo?!

Porque o mundo está ficando mais chato?


Alguém acende um cigarro na rua, outro, a cem metros torce a boca, dá umas tossidas e resmunga algumas palavras que nem ele bem entende. Na hora de comer aquela picanha... alguém vai falar sobre os males causados pela carne... Aiii meu Deus!!!
Vida sedentária? Nossa, infarto certo.  Alface, muito alface.
Aquele calor, então aquela cerveja gelada? Nem pensar. Coca cola?!? Refrigerante mata na hora. Emagrecer. Emagrecer. Não se esqueça, você sempre está gordo. Precisa emagrecer.
Se todos levassem realmente a sério tudo que faz bem, as ruas seriam cheias de gente correndo, pessoas muito magras, claro, de um lado para o outro. Quiosques de alfaces, espetinhos de nabo, sucos sem adoçantes, sem açúcar, sem agrotóxicos, sem gosto, sem nada!!!!
Pessoas brancas, muito brancas, imagina… o sol!!! O sol é cancerígeno.
O pior é que quase tudo que faz mal é bom.
Alguém já ouviu falar de alguém escrever um grande poema as 6h30 da manhã depois de sair da academia? Uma hora de musculação com mais meia de aeróbica. Nossa, que inspiração!
Então... Se você faz tudo, mas tudo mesmo, certinho, sem sair da linha, certamente será premiado. Você viverá muito mais que: Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Janis Joplin, Elis Regina, Renato Russo, Cazuza, Fred Mercure, Van Gogh, Beethoven, Freud, Nietzsche, Noel Rosa e mais um monte de gente que não fazia nada disso.
Pois é, fazer um monte de coisas chatas faz a gente viver mais… e a gente acaba, por osmose, se tornando um chato!!
E aí o que acontece? Os chatos vivem mais. Estão aí, em todos os lugares. Dominando o mundo.
Dez anos a mil ou mil anos a dez?
Acho que vou fumar um cigarro e pensar sobre isso.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Conexão



Mais ou menos entre as 9 e às19 horas eu estou trabalhando, provavelmente você também e o dono da loja também. Então quem vai comprar?
Esta é uma das várias heranças do período industrial que começou em meados do século XVIII e foi até metade do século XX onde iniciamos o período pós-industrial.
As pessoas precisavam estar em um local para produzir bens de consumo. Quanto mais pessoas, mais horas/trabalho; mais produção. Havia a necessidade de horários rígidos, muita organização, funcionários, encarregados, coordenadores, supervisores, gerentes, diretores, e assim vai... O que acontece é que por muitos anos nossa sociedade viveu dentro deste sistema. Trabalhar e produzir, cada vez mais.
Agora nos encontramos na era da informação. Esse é o novo tema. Era dos serviços, da comunicação, da virtualidade, onde não precisamos mais estar presentes fisicamente e temos acesso ao mundo, instantaneamente. Máquinas apertam os parafusos por nós. Estamos na era do pensamento. E aí?
E aí que o importante é viver.
Mas que vida?
Que bom que o pensamento é livre. Talvez a única coisa livre que temos. Nos apegar a ele, com todas as nossas forças, pode nos tornar presos ao próprio pensamento. Presos a liberdade.
Eu só quero saber em qual rua minha vida vai encostar na própria vida. Quero viver, embora as vezes seja tão difícil apenas existir. Veja as plantas, que lindo as plantas... Será que somos tão lindos quantos as plantas? Será que somos melhores?
As vezes não queria dormir mais, mas ai não poderia sonhar... ah não... eu quero sonhar!! Então vou ficar acordado, mas não muito, senão vou ser uma pessoa só.
Essa é a nova era. A era da prisão ao pensamento livre! Somos seres criados para ser livre! Só que precisamos pensar juntos, sonhar juntos; Caminhar juntos! Somos presos a uma coletividade solitária. Somos em torno de seis bilhões de solitários. Talvez um pouco menos, porque existem também os conectados.
Então, digo, não somos seres solitários, somos seres desconectados. Desconectados da natureza, de toda as pessoas, e pior ainda, de nós mesmos; porque se não fossemos, o mal não existiria.
Novos tempos... por enquanto, teoria.

sábado, 20 de novembro de 2010

A luz é vida.

Ah....!!!!! Que bom é a vida!!!! Sons, sabores, luz... A luz. Da mesma forma que o som, há luz, que se derrama sobre todos. Que bom ver a luz.
As flores, os pássaros, as árvores, a vida, quase tudo é reflexo da luz. A luz é vida. Você, eu, todo o mundo não existe se não existir a imagem; o reflexo da luz. O som é a luz, a luz do sentimento. Do som que nasce a dança, a luz da alma.
Na verdade, somos reflexos, reflexos de todas as coisas que chegam até nós. Refletimos os estímulos externos. As vezes refletimos nosso íntimo, aí refletimos um pouco de Deus.
Quando a luz é suave não existem sombras, as sombras são simplesmente um pouco de luz.
Quanto mais luz, mais vida, mais alegria (não em sua força) mas em sua intensidade e intensidade é uma força que brota de dentro da gente. É um sentimento. Se bem que tudo é sentimento.
Olhos, portas de nossas almas, lentes de nosso universo, quantas vezes é preciso abrir e fechar, abrir e fechar, abrir e fechar, para enxergarmos tamanha beleza. É necessário milhares de vezes e mesmo assim, não conseguimos ver o quanto tudo é tão belo. É preciso fechar os olhos para poder abrir novamente e deixar a luz entrar e até o coração. Aí ela chega a um ponto que não precisamos mais abrir os olhos novamente.
Deixar a luz entrar e refletir luz; isso é viver. Que simples não?
Se não é tão simples assim, feche os olhos e escute os sons, a luz vai aparecer também e você vai refleti-la da mesma forma. Para isso basta apenas uma coisa, sentir-se luz! 

sábado, 6 de novembro de 2010

Dinheiro, a ração humana.


Escrevo de um Macbook Air. Que bom.? Para “ser humano” é preciso receber nossa ração mensal. Mudam-se os potes, mas as necessidades não (as coisas não precisam de você... outros olhos e armadilhas...). Estou escutando um DVD onde as letras se misturam com minhas ideias.
Vivemos por poucas porções de rações. Elas compram nossas almas. (os inocentes não querem saber de você...).
Os parênteses são partes das letras que estou escutando, na medida que vou escrevendo.
Seguimos caminhos que não sabemos onde vai dar, mas precisamos nos alimentar das ilusões das compras. Vamos comprar. Comprar ou não comprar, eis a questão (acho que vou desistir...).
Porque nos vendemos? Vendemos nossa alma por um pouco de dinheiro ao final dos meses. Porque dinheiro sempre é pouco.
Será que podemos ser um pouco mais que isso? (acho que vou resistir...).
Vamos ser um pouco racional; porque vendemos a vida se podemos ser nós mesmos? Mas aí vem a pergunta, quem é você?
Ah... que bom se não fossemos humanos, não teríamos medo, inveja, raiva, insegurança, não precisaríamos de dinheiro (acho que o mundo faz charme, e que ele sabe como encantar...).
Mas, enfim, somos humanos. Então somos isso mesmo. E o que fazer?
Somos seres grávidos; de terra, de luz, de saber, de vontade... um dia vamos parir. Parir nosso intimo, que medo dá isso!
(Mágicas, absurdos...) Viver é uma arte, uma arte de fazer muitas coisas sem bem saber o que são. Viver é a arte de não precisar de dinheiro. Será? Sem ração não vivemos. Não precisar é ter muito ou não ter nada?
Dinheiro e vida, dualidade e unicidade. Que coisa louca isso. Será que amor, humildade, abdicação, despojo, tem haver com tudo isso? (O mundo é você quem faz... música, letra e dança...)

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A força do pensamento

Veja esta matéria sobre neurolinguística na página "Vida Simples". Boa leitura!

sábado, 23 de outubro de 2010

Com a palavra: Dalai Lama


Vale a Pena. Na página: "Textos de outros autores".

Ensaio sobre a educação

Onde se origina o pensamento? Este é um questionamento que acompanha a filosofia desde de seu início. Sendo o cérebro humano um órgão do corpo que reage quimicamente aos estímulos externos, podemos acreditar que nosso pensamento é um estímulo ao cérebro e não está contido nele. Então onde ele está? Seria nossa alma? O pensamento estaria em um momento anterior as reações de nossos neurônios? Com essa premissa poderíamos modificar a idéia mesmo antes dela ser captada pelos nossos sentidos. Onde estaria a origem do pensamento?
Nosso pensamento, mente ou consciência pode ser a essência de nossa vida comandando nosso corpo e todas as respostas eletroquímicas de nosso organismo.
Através da meditação, como um exercício de “esvaziamento” do cérebro, poderíamos libertar a verdadeira existência, livre da contaminação do mundo externo e poderíamos também nos analisar como se estivéssemos fora de nós mesmos. Admitindo isso podemos desconstruir o padrão mental formado nestes últimos séculos e ter uma outra visão de nosso desenvolvimento e formação.
Hoje nossa educação é baseada em uma formação técnica, onde sempre aprendemos a desempenhar funções e papéis em uma sociedade. Esta forma de educação nos leva a construirmos um padrão mental, que transforma o ser humano em pequenas máquinas desempenhando funções específicas. Isto ocorre de forma ainda mais intensa na fase adulta onde as especializações vão se afunilando, como ocorre em v ários segmentos profissionais. O profissional pode ter um desvio de caráter, pouco senso analítico, ignorar grande parte da cultura existente, mas ser um excelente especialista em determinada área e ser muito valorizado na sociedade atual com grande recompensa financeira, base de nossa estrutura de valores. Isto de certa forma é um incentivo a alienação e ao progresso da criação do padrão mental.
Aceitando uma consciência fora de nosso estado físico, deveríamos ter uma educação onde a base seria a língua, para nos comunicarmos e o principal seria o desenvolvimento do pensamento crítico. Dai para frente cada um teria a liberdade para busca o conhecimento e o desenvolvimento de suas aptidões, de acordo com sua vontade e necessidade. Porque uma pessoa em formação tem que aprender física, química, história, entre outras matérias, sendo que não foi dada a ela as ferramentas necessárias para que tenha a capacidade de escolher seus estudos e seu desenvolvimento. Poderíamos transformar a realidade em que vivemos, simplesmente admitindo a possibilidade de desconstruir o padrão mental imposto por nossa formação escolar e de vida. Podemos criar um sistema de formação de pensamento livre.
Quando se fala as quatro ventos, principalmente em períodos eleitorais, sobre a importância da educação, raramente é levada a discussão com verdade. A educação necessária está muito longe de criarmos técnicos. Somos uma civilização do século 21. Já estamos na hora de vivermos os conceitos desse novo século.

Monte Verde, muito frio e muito charme...







quarta-feira, 6 de outubro de 2010

REVISTA VIDA SIMPLES


A Revista Vida Simples, da editora  Abril, autorizou a publicação de textos dela no blog Lado B, então hoje estréia alguns dos ótimos textos publicados por eles para vocês que acompanham este blog. Na página Textos Vida Simples. Boa Leitura!